O cloud computing, ou computação em nuvem, é um modelo tecnológico que permite utilizar recursos de informática, como servidores, armazenamento, bancos de dados, redes e softwares, diretamente pela Internet, sem a necessidade de ter esses recursos fisicamente no seu computador ou na infraestrutura da empresa.
Mas se você quiser saber mais sobre o tema, neste artigo do umCOMO explicamos o que é cloud computing e para que serve, com mais detalhes.
O que é cloud computing?
O cloud computing, ou computação em nuvem, é uma forma de utilizar recursos de informática (como servidores, armazenamento, bancos de dados, softwares ou redes) por meio da Internet, em vez de tê-los fisicamente no seu computador ou na infraestrutura da empresa.
Em outras palavras, em vez de instalar programas ou guardar arquivos no próprio dispositivo, é possível acessá-los de qualquer lugar usando a nuvem, que consiste em um conjunto de servidores remotos gerenciados por provedores especializados.
Basicamente, funciona como “alugar” capacidade de processamento e serviços digitais, em vez de comprá-los e mantê-los por conta própria.
Para que serve o cloud computing?
O cloud computing serve para usar tecnologia de forma mais flexível, rápida e econômica, sem depender de ter todo o hardware ou software no seu computador ou na infraestrutura da empresa.
Seus principais usos incluem:
- Armazenamento de dados: guardar arquivos, fotos, vídeos ou bancos de dados em servidores na Internet e acessá-los de qualquer lugar. Exemplo: Google Drive ou Dropbox.
- Executar aplicações: usar programas que exigem muita capacidade de processamento sem precisar ter um computador muito potente. Exemplo: edição de vídeo ou análise de dados online.
- Colaboração remota: várias pessoas podem trabalhar juntas em tempo real em documentos ou projetos, mesmo estando em lugares diferentes. Exemplo: documentos compartilhados do Microsoft 365.
- Escalabilidade: empresas podem aumentar ou reduzir os recursos de computação conforme suas necessidades, sem precisar comprar novos servidores.
- Segurança e backup: os provedores de nuvem fazem cópias de segurança e protegem os dados com sistemas avançados de segurança.
- Redução de custos: evita gastos com hardware próprio e manutenção, pagando apenas pelo que é utilizado.
Como funciona o cloud computing?
O cloud computing funciona permitindo que seu computador, celular ou tablet se conecte a servidores remotos pela Internet, em vez de depender do armazenamento ou do processamento local. Quando você utiliza um serviço na nuvem, como enviar um arquivo para o Google Drive ou usar um programa online, seu dispositivo envia uma solicitação para esses servidores.
Os servidores na nuvem se encarregam de processar a informação ou armazenar os dados, e depois enviam o resultado de volta para o seu dispositivo. Tudo isso acontece quase imediatamente, como se o seu computador fosse apenas uma “janela” para acessar o serviço.
Enquanto isso, os provedores de nuvem gerenciam automaticamente a segurança, os backups e a manutenção do hardware, permitindo que você utilize aplicações e armazene informações sem se preocupar com a infraestrutura física.
Em resumo, o cloud computing permite usar recursos de informática e serviços digitais de forma remota, acessíveis de qualquer lugar com Internet, de maneira segura e eficiente.
Quais são os tipos de cloud computing?
O cloud computing é classificado principalmente em três tipos, de acordo com o nível de serviço que oferecem:
IaaS (Infrastructure as a Service) ou infraestrutura como serviço
Fornece recursos básicos de infraestrutura, como servidores, armazenamento e redes, de forma virtual.
- O que permite: executar sistemas operacionais, aplicações e bancos de dados sem precisar comprar servidores físicos.
- Exemplo: Amazon Web Services (AWS) ou Microsoft Azure.
PaaS (Platform as a Service) o plataforma como servicio
Oferece um ambiente completo para desenvolver, testar e implantar aplicações, sem que você precise se preocupar com a manutenção da infraestrutura.
- O que permite: criar aplicações utilizando ferramentas e ambientes já configurados.
- Exemplo: Google App Engine ou Heroku.
SaaS (Software as a Service) ou software como serviço
Fornece aplicações prontas para uso pela Internet, sem necessidade de instalá-las no dispositivo.
- O que permite: acessar programas e serviços diretamente pelo navegador ou aplicativo.
- Exemplo: Gmail, Microsoft 365 ou Dropbox.
Quais são as vantagens do cloud computing?
O cloud computing oferece diversas vantagens que o tornam muito útil tanto para empresas quanto para usuários individuais. Ele permite acessar aplicações, programas e arquivos de qualquer lugar com conexão à Internet, o que facilita o trabalho remoto e a colaboração em tempo real. Além disso, ajuda a reduzir custos, já que não é necessário comprar servidores nem manter equipamentos potentes, paga-se apenas pelo que é utilizado.
Também oferece escalabilidade, ou seja, é possível aumentar ou reduzir os recursos conforme as necessidades. Além disso, garante segurança e backup, graças a cópias automáticas e sistemas avançados de proteção de dados.
Por fim, as aplicações e sistemas na nuvem são atualizados automaticamente, evitando problemas de compatibilidade ou o uso de versões antigas.
Em resumo, o cloud computing permite trabalhar de forma flexível, segura, eficiente e econômica, aproveitando tecnologia avançada sem depender de infraestrutura própria.
Quais são as desvantagens do cloud computing?
Embora a computação em nuvem ofereça muitas vantagens, também apresenta algumas desvantagens que é importante considerar.
- Ela depende totalmente de uma conexão com a Internet; se a conexão falhar ou for lenta, o acesso aos serviços pode ser afetado e as aplicações podem funcionar com atraso.
- Os dados ficam armazenados em servidores de terceiros, o que pode envolver riscos de acessos não autorizados ou vazamentos de informação, mesmo que os provedores implementem medidas avançadas de segurança.
- Em relação aos custos, embora o início geralmente seja mais econômico, os pagamentos contínuos por assinaturas e serviços adicionais podem fazer com que, a longo prazo, manter a infraestrutura na nuvem se torne mais caro do que mantê-la localmente.
- Ao utilizar a nuvem, também se perde parte do controle sobre a infraestrutura: os servidores e determinadas configurações não dependem diretamente do usuário, e as atualizações automáticas podem alterar o funcionamento de algumas aplicações sem aviso prévio.
- Outro inconveniente é a dependência do fornecedor, conhecida como vendor lock-in. Migrar dados e aplicações para outro provedor pode ser complicado e custoso, e a compatibilidade entre diferentes plataformas nem sempre é garantida.
Por fim, embora os provedores garantam altos níveis de disponibilidade, sempre existe o risco de interrupções no serviço. Além disso, algumas aplicações que exigem grande capacidade de processamento ou baixa latência podem não ter o desempenho ideal na nuvem.
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